quarta-feira, 18 de março de 2026

Honra ao Mérito ao escritor mexicano Washington Daniel Gorosito Pérez


A Confraria Brasileira de Letras outorgou o diploma de Mérito Cultural ao escritor 
mexicano Washington Daniel Gorosito Pérez na data de hoje, pois há escritores que constroem muros e outros que erguem pontes. Esta honraria celebra a sua capacidade de transitar por oceanos e desertos através das páginas, trazendo o coração do México e as vozes do exterior para o centro do nosso convívio. Que este reconhecimento da Confraria Brasileira de Letras seja o eco do impacto que sua obra e sua divulgação causam além das fronteiras. O mérito é seu; o presente é de todos nós, leitores, que agora enxergamos o mundo de forma mais ampla.


Washington Daniel Gorosito Pérez nasceu em Montevidéu/Uruguai, em 24 de junho de 1961. Vive em Irapuato, Guanajuato, México, desde 1991. Em 1999, obteve a cidadania mexicana. Formou-se em Jornalismo, possui graduação em Sociologia da Educação, pós-graduação em Ensino Universitário e mestrado em Ciências com especialização em Sociologia. Atualmente, é doutorando em Ciências com especialização em Pedagogia. É professor universitário, jornalista e poeta. Recebeu prêmios por jornalismo, ensaios, contos e poesia em diversos países das Américas e da Europa. Seus trabalhos foram incluídos em 31 antologias literárias. Alguns de seus poemas sobre a história uruguaia, como "Victoria Oriental en Las Piedras" e "El genocidio Charrúa", são material de estudo recomendado e também são recitados e apresentados em escolas e em eventos patrióticos oficiais. Seu poema "Gaucho del Uruguay" foi ilustrado pelo pintor Mario Giacoy.
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En Español

La Confraria Brasileira de Letras otorgó hoy el diploma al Mérito Cultural al escritor mexicano Washington Daniel Gorosito Pérez, porque hay escritores que levantan muros y otros que construyen puentes. Este honor celebra su capacidad para atravesar océanos y desiertos a través de sus páginas, trayendo el corazón de México y voces de otros países al centro de nuestras vidas. Que este reconocimiento de la Confraria resuene con el impacto que su obra y su difusión tienen más allá de las fronteras. El mérito es suyo; el regalo nos pertenece a todos, los lectores, que ahora vemos el mundo con mayor amplitud.

Washington Daniel Gorosito Pérez nació en Montevideo, Uruguay, el 24 de junio de 1961. Reside en Irapuato, Guanajuato, México, desde 1991. En 1999 obtuvo la ciudadanía mexicana. Es licenciado en Periodismo, posee un posgrado en Sociología de la Educación, un posgrado en Docencia Universitaria y una maestría en Ciencias con especialización en Sociología. Actualmente es candidato a doctor en Ciencias con especialización en Pedagogía. Es profesor universitario, periodista y poeta. Ha recibido premios por sus trabajos periodísticos, ensayos, cuentos y poesía en diversos países de América y Europa. Su obra ha sido incluida en 31 antologías literarias. Algunos de sus poemas sobre la historia uruguaya, como "Victoria Oriental en Las Piedras" y "El genocidio Charrúa", son recomendados como material de estudio y se recitan y presentan en escuelas y eventos patrióticos oficiales. Su poema "Gaucho del Uruguay" fue ilustrado por el pintor Mario Giacoy.

domingo, 12 de outubro de 2025

Daniel Maurício (Lançamento de Livros dias 25 de outubro em Curitiba/PR)

  



Daniel Mauricio nasceu em 1968, em Jaguariaíva/PR, radicado em Curitiba-PR. Graduado em Letras - UFPR; Administração de Empresas - FESP; Direito - FARESC; Pós-graduado em Gestão Administrativa e Tributária – PUC/PR; Pós-Graduado em Gestão de Pessoas e Qualidade no Setor Público - SPEI; Pós-Graduado em Gestão Pública de Tecnologia da Informação – PUC/PR; Pós-Graduado em Gestão Pública – FAEL. É Auditor de Tributos Municipais da Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura Municipal de Curitiba. Foi Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura Municipal de Curitiba; Professor da Rede Municipal de Curitiba; Monitor na área de Linguística na Universidade Federal do Paraná; Integrante do Projeto VARSUL – Variação Linguística da Região Sul desenvolvido pela Universidade Federal do Paraná em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade Federal do Rio Grande do Sul; etc. 
Membro do Centro de Letras do Paraná – CLP; Academia de Cultura de Curitiba – ACCUR; - Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil; União Brasileira de Escritores – UBE; Confraria Brasileira de Letras/PR; - Academia Biblioteca Mundial de Letras y Poesía; Academia Luso-Brasileira – Seccional do Rio Grande do Sul;  Academia Poética Brasileira, entre outras.  
Publicou Mosaico de Sentimentos; Cacos e Retalhos; Gotas Poéticas; Origamis de Palavras; Palavras de Cheiro; Miudezas do Coração; Poemininos; Poesias da Madrugada; Leve-me; Alma Lírica; Olhares; e Amar É.
Participou de diversas coletâneas e antologias. Premiado nos Concurso Poemas Curtos (2014), Prêmio Marilda Confortin (2015), Prêmio Alice Ruiz (2016), promovidos pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Participou de exposições de poesias na Argentina e Colômbia; teve poemas publicados na Revista Literária e Informação Eisfluencias em Lisboa-Portugal; no Blog Singrandohorizontesblogspot.com; na Revista Carlos Zemek; no Jornal Rondoniaovivo.

Cecy Barbosa Campos (Lançamento de Livro dia 21 de outubro em Juiz de Fora/MG)

 Dia 21/10/25- 3ª feira, às 19 hs. 
Na Biblioteca Municipal.
Av. Getúlio Vargas, 200 (Acesso pela Praça Antônio Carlos)


Cecy Barbosa Campos nasceu em Juiz de Fora-MG. Possui graduação em Direito e Letras (UFJF), especializaçâo em Teoria Literária, Mestrado em Teoria Literária (UFJF) e diversos cursos de Aperfeiçoamento em inglês em diferentes Centros de Língua, nos Estados Unidos e na Inglaterra, formaram o perfil acadêmico desta brilhante professora-pesquisadora de Língua e Literaturas de Língua Inglesa na UFJF, onde se aposentou em 1991, e no Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora. A esses estudos, acrescente-se a pesquisa que desenvolve sobre escritores afro-descendentes. Sua participação em diversas associações culturais, comissões julgadoras, Congressos nacionais e internacionais e encontros literários. Tem artigos de pesquisa literária pulicados em revistas especializadas e anais de congressos e trabalhos em prosa verso premiados em concursos de várias academias tais como: Academia Pontagrossense de Letras, a Academia Dorense de Letras, a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, o Ateneu Angrense de Letras e Artes e outras.
Membro da Academia Juiz-forana de Letras; Academia Panamericana de Letras; Academia Granberyense de Letras, Artes e Ciências; Academia de Letras Rio-Cidade Maravilhosa; Academia Rio Pombense de Letras, Ciências e Artes; Clube de Escritores de Piracicaba; Conselho de Amigos do Museu Mariano Procópio; União Brasileira de Escritores/RJ; Associação de Jornalistas e Escritores do Brasil/RJ; Confraria Brasileira de Letras/PR; International Writers and Artists Association (Estaos Unidos).
Publicou The iceman cometh: a carnavalização na tragédia (2000); O reverso do mito e outros ensaios (2002); Recortes de vida (2009); Crepusculares (2013); Animais encantados na poesia (2014); Caleidoscópio (2014); In…versos (2015); Visões do cotidiano (2016); Redoma de Aldravias (2017); Versos perplexos (2019);
Capítulo na A poética de Conceição Evaristo, que compõe o livro, organizado por Edimílson de Almeida Pereira, Um tigre na floresta de signos: estudos sobre poesia e demandas sociais no Brasil (2010).
Alguns trabalhos em Congressos e Encontros literários: Maya Angelou`s and Conceição Evaristo`s Social Poetry. São José do Rio Preto, 2009; O Teatro do Absurdo nos Estados Unidos: uma visão comparativa. Juiz de Fora, 2008; Escritores Afro-descencentes. Belo Horizonte, 2007; Conceição Evaristo e Toni Morrison: convergências e divergências; Toni Morrison`s Beloved: from novel to film. Fortaleza, 2005; O Teatro Inglês. Muriaé, MG, 2004; A presença ausente de personagens femininas em peças de O`Neill. Londrina,PR, 2001; Women Characters in some of Flannery O`Connor`s short-stories: the reversal of the myth. Gadsden, Alabama, USA. 2000, e outros.
Participação na Coleção Prosa e Verso, do Grupo Sul-mineiro de Poesia e Academia Varginhense de Letras; Modernos Contos Brasileiros; Antologia da Academia Dorense de Letras; Antologia Letras Contemporâneas; Prêmio Missões; Antologia del`Secchi; Antologia da Academia Chapecoense de Letras.

Fontes:
Facebook da escritora.
Biografia na Confraria Brasileira de Letras/PR.
https://confrariabrasilletras.blogspot.com/2023/09/cadeira-n-29-membro-titular-cecy.html

domingo, 17 de março de 2024

Comemoração do Centenário de Carolina Ramos em 19 de março


Prestes a completar 100 anos, no dia 19 de março, a poetisa santista Carolina Ramos foi eternizada com o plantio de uma árvore no jardim da Pinacoteca Benedicto Calixto.

Com mais de 20 livros publicados e pelo menos 5 mil trovas. Carolina presidiu o Instituto Histórico e Geográfico de Santos, a União Brasileira de Trovadores e marcou a Academia Santista de Letras e outras instituições nas quais atuou.

Carolina diz ter sido surpreendida com a homenagem: "Foi uma coisa muito significativa para mim". A iniciativa partiu da presidente da Associação de Amigos da Pinacoteca, Cristina Guedes, com o apoio do presidente da Fundação Pinacoteca Benedicto Calixto e diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini.

"Ficamos imaginando o que poderia ser feito até chegarmos nessa proposta de plantar uma pitangueira, que representa a conexão espiritual, a força da natureza, e atrai pássaros. Então, eu acho que o jardim da Pinacoteca vai ser sempre assim, fonte de alimento e de energia para homenagear esse patrimônio da Cidade de Santos e essa pessoa tão gentil e tão delicada que é a Carolina", diz Cristina.

Santini recitou uma trova em homenagem à Carolina: 

"Quem não sabe e quem não sente 
que, às vezes, nos custa caro, 
a saudade de ser gente, 
quando ser gente é raro."

Outra homenagem que a escritora recebeu partiu do presidente da União Brasileira dos Trovadores - Seção de Santos, Antonio Coiavite, que compôs uma trova especialmente para a ocasião:

"Por ser comum, solitária,
franzina igual a menina,
que ela seja centenária
tal qual dona Carolina."

O escritor santista Flávio Viegas Amoreira também esteve na homenagem e contou que Carolina Ramos tem grande importância na literatura nacional. "Carolina é de uma tradição de escritores brasileiros que cantam Santos."

CENTENÁRIO

Carolina Ramos reflete que os 100 anos são acompanhados de cansaço e realizações. "Eu acho que eu cumpri minha vida. Se não foi brilhante, foi uma vida trabalhosa, que teve seus altos e baixos."

Para Carolina, o grande segredo para completar 100 anos é acreditar na vida e vivê-la como deve ser: "Em uma estrada, de mãos dadas com Deus". 

E um centenário é o motivo de comemoração para toda a família. Uma das filhas. Márcia Ramos, de 66 anos, estimulou a arte da mãe, que começou a se dedicar à poesia enquanto cuidava dela. "Eu achei muito simbólico, porque a árvore é uma coisa que eterniza, e a obra da minha mãe também irá ficar", diz. 

A bisneta Ângela Ramos, de 17 anos, cresceu ouvindo poesias e histórias contadas por Carolina Ramos. "Eu acho que as outras gerações devem conhecê-la. Uma pessoa incrível.”
Fonte: Ravena Soares, para o Jornal Santista.

ALGUMAS TROVAS PREMIADAS DE CAROLINA

A brisa... o mar... as cigarras...
as aves... quanta beleza
nas sinfonias bizarras
da orquestra da natureza!
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Ante as portas do sucesso
lembra, se as queres transpor,
quatro chaves dão-te acesso:
- Paz, Trabalho...Ação e Amor!
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A pior crise que existe,
é a injustiça a céu aberto!
- Nem a verdade resiste
quando o errado vira certo!!!
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Como dói, ver tanta gente,
em dias negros, medonhos,
beber o fel do presente,
sem mais direito a ter sonhos!
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Com ternura, quem não sente,
nas horas quietas dos sós,
como o passado é presente,
na lembrança de uma voz?!…
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De esperanças carregada,
velejou por tantos portos;
hoje retorna a jangada,
trazendo meus sonhos mortos.
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De não saber esperar,
que ninguém jamais te culpe,
sê paciente, igual ao mar,
que aos poucos a rocha esculpe.
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Era o mar incalmo e escuro,
quando eu, sem temer fracassos,
ao buscar porto seguro,
fui ancorar nos teus braços!
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Meus netos - lindo jardim
que em primaveras me envolve!
- são pedacinhos de mim
que a natureza devolve!
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Nos dilemas desta vida,
e nos conflitos das almas,
quando a razão é vencida,
o coração bate palmas!
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O porto pulsa, fecundo,
nas chegadas e partidas,
nutrindo artérias do mundo,
dando vida a tantas vidas!
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O vencedor não evita
que atrás da sua vitória,
a inveja, sombra maldita,
se projete à luz da glória!
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Penas?! - quem as quereria?
Quisera eu uma, se fora
a que teve em mãos, um dia,
Isabel, a Redentora!
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Sempre, a cada passo à frente,
cuida bem dos teus intuitos,
que de um passo do presente,
depende o amanhã de muitos!
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Sempre acolho de mãos postas
e humilde tento aceitar
o silêncio das respostas
que a vida não sabe dar.
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Se pensas que tens razão,
calça as sandálias do réu
- talvez concedas perdão
a quem negavas o céu!…
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Vai, meu veleiro de sonho...
vai buscar teu porto certo,
que esta vida é um mar tristonho,
mas, o mar é imenso e aberto!…
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Veleiro... em águas incertas,
leve e branco, à luz do luar,
és cisne de asas abertas,
como tentando voar!
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quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Cadeira n. 1 – Membro Titular: José Feldman



JOSÉ FELDMAN é um influente escritor, poeta, gestor cultural e um dos mais proeminentes trovadores contemporâneos do Brasil. Embora tenha nascido em São Paulo (1954), ele possui uma ligação profunda com o estado do Paraná, onde está radicado e atua de maneira incansável como um polo difusor da literatura trovadoresca. 

Sua história com o estado do Paraná começou a se consolidar no final da década de 1990. Residiu em cidades como Taboão da Serra, Curitiba, Ubiratã e Maringá (PR) onde se fixou desde o ano de 2011. 

Sempre buscou uma formação multidisciplinar vasta, realizando cursos que vão de Filosofia, Administração de Empresas, Contabilidade e Arqueologia a Artes Dramáticas. Em 1975, formou-se como Técnico de Laboratórios Médicos, trabalhando por anos no Hospital das Clínicas da FMUSP. Foi diretor de clube de xadrez por 24 anos, atuando também como professor, juiz e organizador de torneios a nível nacional, na cidade de São Paulo e em Sorocaba. Possui apenas o segundo grau completo, apesar de que ingressou em Psicologia na FMU, não tendo condições financeiras de prosseguir. Contudo, no decorrer dos anos participou e ainda participa de mais de 200 cursos livres, inclusive ministrando aulas de trovas a trovadores do Brasil e de escrita.  

Atua fortemente como gestor cultural e editor virtual. É o criador e comandante de importantes veículos de informação poética, como os blogs Singrando Horizontes e Voo da Gralha Azul. 

Exerce papel de liderança institucional, atuando como Presidente da Confraria Brasileira de Letras, sendo um os fundadores e Conselheiro Internacional do Movimento União Cultural, agraciado com o título de Comandante do Saber, em Timisoara/Romênia, foi vice-presidente da Associação dos Literatos de Ubiratã; honra ao mérito supremo na Academia de Letras, em Berna/Suiça; título máximo de mérito cultural, em Portugal, na Confraria Luso-Brasileira de Letras; Título de Comendador pela Academia Pan-Americana de Letras e Artes; Prêmio Liderança pela paz, do Rotary Club; Prêmio Monteiro Lobato, do Movimento União Cultural, etc.

No início de sua formação, estudou romance com Mário Amato, haicai com Eunice Arruda e ficção científica com o renomado escritor André Carneiro, além de receber orientações literárias de Artur da Távola. 

Sua introdução ao universo das trovas (poemas de quatro versos de sete sílabas poéticas com rimas) deu-se pelas mãos do Magnífico Trovador Izo Goldman. Tornou-se um trovador premiado nacionalmente, acumulando vitórias em concursos de destaque, como os tradicionais Jogos Florais de Curitiba e de Nova Friburgo.  

É visto na literatura contemporânea como um pioneiro na democratização digital da poesia clássica, atuando em três pilares principais:

1 - Almanaques Literários (Chuva de Versos, Florilégio de Trovas e O Voo da Gralha Azul): Feldman é amplamente elogiado pela crítica e por seus pares por organizar e editar e-books coletivos de distribuição gratuita, Distribuição massiva e gratuita de compilações literárias em formato PDF. O seu Almanaque Chuva de Versos alcançou a marca de cerca de 500 edições. Esses e-books são vistos como um valioso serviço de utilidade pública cultural, pois servem de vitrine para autores consagrados e novos talentos de todo o Brasil e de países de língua portuguesa.

2 - Preservação e Ativismo da Trova: No meio acadêmico, ele é descrito como um "incansável divulgador da Trova". Em uma época em que o verso livre predomina, a sua insistência na trova e no soneto confere-lhe o status de guardião da tradição poética luso-brasileira.

3 - Recepção dos Textos: Suas trovas pessoais são vistas como reflexivas, sensíveis e dotadas de uma sabedoria cotidiana. Elas abordam temas como o amor, a esperança, a passagem do tempo e as incertezas humanas através de uma linguagem limpa, porém tecnicamente perfeita.

No universo literário, a prosa de Feldman (seus contos e crônicas) é vista como um reflexo humanista, sensível e acessível da realidade, mantendo grande coerência com a sua identidade poética. Enquanto suas trovas seguem o rigor da métrica, seus textos em prosa desfrutam de maior liberdade criativa, destacando-se pelos seguintes fatores: 

1. Foco no Cotidiano e na Infância: Seus contos e crônicas costumam resgatar memórias afetivas, a simplicidade do dia a dia e reflexões sobre a passagem do tempo. O próprio autor destaca que seu interesse pela literatura começou na infância justamente por meio da criação de contos; 

2. Olhar Filosófico e Psicológico: Influenciados por sua formação multidisciplinar (que inclui estudos de Filosofia), seus textos curtos não buscam apenas entreter, mas provocar no leitor uma postura investigativa, questionadora e mais atenta ao mundo ao seu redor; 

3. Democratização da Leitura: Assim como ocorre com seus e-books de poesia, suas coletâneas de crônicas e contos em formato digital são vistas pela crítica como ferramentas fundamentais de inclusão cultural. Ao distribuí-los gratuitamente na internet, ele rompe as barreiras do mercado editorial tradicional, fazendo com que sua prosa chegue diretamente ao leitor comum e sirva de incentivo para novos leitores.

Possui reconhecimento internacional, inserido principalmente no contexto da comunidade lusófona (países que compartilham a língua portuguesa). 

Em Portugal e Angola: Suas trovas, contos e crônicas circulam amplamente em portais literários europeus e africanos. Ele participa ativamente de intercâmbios culturais virtuais com escritores desses países, o que consolidou seu nome entre os entusiastas da literatura ibero-americana. 

O grande vetor de sua internacionalização são seus e-books e almanaques (como o Chuva de Versos ou o Florilégio de Trovas). Como essas coletâneas são publicadas digitalmente e de forma colaborativa, Feldman frequentemente seleciona, edita e publica textos de poetas e prosadores residentes na Europa, África e outros países da América Latina, integrando redes globais de literatura independente. Dessa forma, seu nome é respeitado fora do Brasil tanto por sua produção autoral quanto por seu papel como embaixador cultural e agregador de escritores da Língua Portuguesa no ambiente digital.

Algumas Premiações Literárias 

Poesias

- 2018 - Academia de Letras de Teófilo Otoni, 10. lugar.
- 2019 - Academia de Letras de Teófilo Otoni, 12. lugar.
- 2019 - Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências " A Palavra do Século 21"(Alpas-21), Destaque Literário.
- 2020 - Academia de Letras e Artes de Paranapuã/RJ , 1. lugar em soneto.


Entidades as quais pertence ou pertenceu:

Como acadêmico Imortal Titular

Confraria Brasileira de Letras (CBL) - Presidente Nacional

Como acadêmico correspondente titular:

- Academia Rotary de Letras, Artes e Cultura (ARLAC) de Taubaté/SP 
- Academia Internacional da União Cultural;  
- Academia de Letras Brasil-Suiça (em Berna);
- Confraria Luso-Brasileira de Letras (CLBL).

Membro de outras:

- Poetas Del Mundo - Cônsul de Maringá desde 2011
- Movimento União Cultural (MUC)- Conselheiro Internacional; 
- Academia Virtual Brasileira de Trovadores; 
- Associação dos Literatos de Ubiratã (ALIUBI) - vice-presidente 2001 - 2003
- Ordem Nacional dos Escritores (ONE); 
- Casa do Poeta Lampião de Gaz, de São Paulo; 
- Ordem dos Cavaleiros Templários (OCT); 
- Ordem Sagrada do Templo e do Graal (OSTG);
- Ordo Equitum Calami et Calicis (OECC) - Dux Magnus.

Honrarias:

- Medalha de mérito cultural Euclides da Cunha da Academia de Letras Brasil-Suiça, em Berna/Suiça. 2015;
- Comenda por Mérito Cultural da Academia Pan Americana de Letras e Artes. 2016;
- Medalha de Mérito Cultural da Academia Brasileira de Trovas. 2016;
- Prêmio "Mahatma Gandhi" de Liderança pela Paz, da Academia Rotary de Letras, Artes e Cultura de Taubaté/SP. 2017;
- Prêmio Monteiro Lobato do Movimento União Cultural. 2018;
- Título de Mérito Cultural "Magnus Magister", da Confraria Luso-Brasileira de Letras, 2020.
- Título "Comandantul Suprem al Cunoasterii" (Comandante Supremo do Saber), da Ordo Equitum Calami et Calicis, na Romênia, 2026.

E-books que organizou:

- Almanaque O Voo da Gralha Azul (16 números)
- Boletim Literário Singrando Horizontes (13 números)
- Almanaque Chuva de Versos (475 números)
- Almanaque Paraná (12 números)
- Folhetim Literário Desiderata (10 números)

Participação em Livros Impressos:

Prefácio:

- Dinair Leite. 11 Rostos: antologia poética. 2015.

Poesias:

- Revista Literária da Academia de Letras de Teófilo Otoni, Café com Letras (poesia). 2013.
- Edição comemorativa de 35 anos do Movimento Poético em São Paulo (poesia). 2016.
- Coletânea dos Poetas de Maringá - IV. (poesia). 2016.
- Luciano Dídimo (org.). 100 sonetos de 100 poetas. 2019.
- XV Coletânea de Poesias da ALIUBI (poesia). 2019.
- Sandra Veroneze (org.). Poetas pela paz (poesia). 2020.

Livros publicados:
– Guirlanda de Versos;
– Labirintos da Vida;
– Peripécias de um jornalista de fofocas & outros contos;
– 35 Trovadores em preto & branco;
– Canteiro de Trovas;
– Milton S. Souza. Coleção Terra & Céu. José Feldman e Izo Goldman.;
– Almanaque poético brasileiro vol. 1;
– Ecos do deserto: histórias do Oriente antigo;

Em andamento
– Pérgola de textos;
– Chafariz de versos;
– Minhas irmãs de quatro patas; 
– Reescrevendo o Mundo: Vozes Femininas e a Construção de Novas Narrativas.

Fontes da biografia: Antonio Miranda; Ed. Pragmatha; Bonde; Francsico Pessoa, UFRJ, etc.

Cadeira n. 2 - Membro Titular: Carolina Ramos

 Patrono: Luiz Otávio


Carolina nasceu em Santos/SP a 19 de março de 1924. Filha única de Francisco G. Ramos e Alzira Hervelha Ramos.

Do primeiro casamento, três filhos, Mariza, Márcia e Marcos, quatro netos e cinco bisnetos. Desde cedo atraída pelas letras, seus amigos mais chegados eram os livros. Essa preferência aproximou-a das artes e literatura. Estudou no Colégio São José, de Santos, do Jardim da Infância à Escola Normal, que lhe deu o Diploma de Professora e Secretariado.. Completou seus estudos formando-se em música e enfermagem.

Fez o curso completo de Música, nove anos de piano e matérias concomitantes, Teoria Musical, Harmonia, Pedagogia, História da Música etc.

Vários cursos de Literatura, de Folclore, Línguas e um pequeno Curso de Enfermagem, para compensar a sua frustração de não ter podido seguir Medicina, por não haver faculdade de Medicina (na época) em Santos.

Aprendeu muito com os livros de Lobato. Desde respeitar a natureza, conversar com as bonecas, subir em árvores e amar a vida do campo, através do Sítio do Picapau Amarelo, assim como sobre Gramática, Aritmética, Geografia, História, Astronomia, Folclore etc. Depois de Lobato, e de toda a literatura clássica infantil universal, a partir dos Contos da Carochinha, de fadas, de príncipes e princesas etc, leu na adolescência, tudo o que lhe caia nas mãos, desde toda a obra de Machado de Assis, José de Alencar, e outros escritores nacionais, poesia de Bilac, poetas clássicos e românticos, Victor Hugo, Euclides da Cunha, quase toda obra de Cronin, Rilke, etc.

Atraída pelas artes em geral. Desde pequenina, desenhando tudo o que via, até retratos de artistas de cinema, famosos. Vivia moldando bichinhos de barro, e sempre cercada de música. No ginásio, costumava fazer algumas quadrinhas de pé quebrado. Fez seu primeiro poema quando a filha, Márcia, nasceu, “Se eu soubesse esquecer”. 

Sua primeira aparição pública, que marcou o início da carreira poética, aconteceu em 1961. A Comissão Municipal de Cultura lançara um Concurso de Poesias, tendo como tema, SANTOS. compôs o poema “Gosto de ti, minha terra”, 3º lugar no referido Concurso 

Começou a publicar versos num Suplemento de Arte, do Jornal local, A Tribuna. Ainda em 61, concorri a um Concurso de Trovas do Centro Português de Santos. Tema: A Amizade entre Brasil e Portugal, mais um terceiro lugar. Na premiação, conheceu o poeta Orlando Brito (falecido) que lhe falou do Movimento Trovadoresco que alvorecia, induzindo-a a participar. Em 1964, alcançou seu primeiro prêmio de relevância na Trova, em Petrópolis.

Possui vários prêmios, no Brasil e alguns no Exterior, de Contos, Poesias, Trovas e Crônicas. 

Por seu poema, Paz, foi agraciada com Diploma e Medalha de Mérito Internacional, em Nocera - Salerno, Itália. 

Luiz Otávio e Carolina conheceram-se em 1964 e uma viagem trovadoresca a Natal, RN, em 1969, fez com que acontecesse entre os dois um verdadeiro encontro de  almas. Em 1973, já bastante doente, Luiz Otávio transferiu-se para Santos unindo sua vida a de Carolina, já divorciada. Quatro anos de amarga felicidade arrebatada pela morte, afinal. Tinha filhos para criar e sua mãe já estava bastante idosa. 

Conheceu Cláudio de Cápua e com ele chegou o companheirismo, o apoio e o ombro amigo que, depois de muito repúdio, acabou por ser aceito pela sua carência de afeto e necessidade de proteção . E foram quarenta anos de um casamento (civil e religioso) sem uma rusga sequer, até o falecimento dele.

Trovadora, contista, poeta, santista ilustre, foi Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Santos por oito anos (2001 a 2007) e é a atual Presidente da União Brasileira de Trovadores – Seção de Santos.

Carolina pertence a diversas entidades culturais, como Academia Santista de Letras, Academia Feminina de Letras, Academia Cristã de Letras de São Paulo, Centro de Expansão Cultural. Sócia Honorária da Casa do Poeta Lampião de Gás de São Paulo, Sócia correspondente da Academia Paulista de História, da Ordem Nacional dos Bandeirantes de São Paulo e de várias outras Academias de Letras e entidades culturais do Brasil.

Foi agraciada com diversas medalhas de mérito cultural, entre as quais a de "Magnífica Trovadora", em 1973, em Nova Friburgo-RJ, e em Santos, com a “Medalha do Sesquicentenário de Santos”, outorgada pela Prefeitura Municipal; “Medalha dos Andradas”, pelo IHG de Santos e “Medalha Brás Cubas”, outorgada pela Câmara de Santos, em 2006”.

Também recebeu diversos títulos, homenagens e prêmios em Portugal e Angola. Um dos mais importantes foi o Prêmio Rui Ribeiro Couto, da União Brasileira de Escritores de São Paulo.

Em 2021 foi agraciada com o título de "Princesa da Trova" 
 
Em 2023, vencedora do Hino Oficial da Academia Cristã de Letras de São Paulo.

Livros publicados:

“Sempre” – (Poesias) – 1964
“Cantigas Feitas de Sonho” – (Trovas) 1966
“Espanha”- (Poema épico) – 1968 – 2ª ed. 1992
“Rui Ribeiro Couto” – (Biografia) 1989
“Interlúdio” – (Contos) -1993
“Paulo Setúbal – Uma Vida Uma Obra”) 1994 ( biog. parceria c/Cláudio de Cápua)
“Júlia Lopes de Almeida” – (Biografia)1997
“Evocação” (40 anos/Assoc. Ex-Alunas do C. S. José /Santos) (parc. Edith Prata Real)
“Feliz Natal!” – (Contos Natalinos) - 1998  2ª ed. 2015
“Príncipe da Trova” – (Biografia) - 1999
“Saga de uma Vida” – (Biografia) - 2002
“Um Amigo Especial” – (Aventura Infanto-Juvenil) - 2003
“Liberdade... Sonho de Todos!” – (Prosa – Poesia – Trova) - 2010
“Destino” -  (Poesias) 2011
“A Trova – Raízes e Florescimento – UBT” – (Antologia/ UBT) – 2013
”Canta...Sabiá!”  (Folclore do Brasil) - 2021
”Bichos... Bichinhos... e Bichanos...” (livro infantil) – 2023
 
Nas palavras de Carolina em entrevista concedida ao blog literário de José Feldman: 
A obra do escritor não tem fronteiras. Não há limites que cerceiem a sua criação, e, muito menos, cronológicos. Mas o escritor não é imune às influências do meio e da época em que vive. Seus escritos bebem a água da inspiração, na fonte que corre perto de seus pés. A voz do escritor incorpora a voz do seu tempo e, automaticamente, através do que escreve, passa a interagir, de acordo, ou não, com a vida que rola à sua volta, e até mesmo contra suas próprias convicções, segundo as exigências da personagem criada. Note-se, que há, sempre, escritores e poetas envolvidos nas grandes causas que o cercam e que acabam por marcar suas existências. É por isso, que podemos afirmar que poetas e escritores, em qualquer tempo ou lugar, são quase sempre ativistas sociais e arautos dos grandes acontecimentos que marcam o seu tempo.”

Cadeira n. 3 – Membro Titular: André Ricardo Rogério



Nasceu em 2 de fevereiro de 1998, na cidade de Guaraci/PR. filho de Edson Rogério e Aparecida de Fátima Cardoso Rogério, um de três irmãos. Casado com Letícia Eduarda Ronca, com quem teve um filho. Exerce atualmente profissões na área da construção civil e mobiliário.

Foi integrante por cinco anos da Orquestra Filarmônica de Guaraci.

Lançou seu primeiro livro “Coletânea de Versos Poesias e Poemas da Família Rogério”, parceria com a família, no ano de 2011.

Em 2013, radicou-se em Arapongas, onde reside atualmente.
 
ATIVIDADE CULTURAL:
- Quando estudante, foi vencedor de Olimpíadas nacionais como OBAA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) e OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas).
- Premiado em concursos Literários nos âmbitos, estaduais, nacionais e internacionais.
– Fundador, diretor e ator do teatro musical "Raízes da África".
– Cooperador do Projeto Missão Esperança Orquídea - Paz, evidenciando o trabalho de "Calábria Mondo - Associazione Culturale Calabresi Nel Mondo".
– Tem seu nome eternizado como Magnífico no memorial da Accademia Bella Poesia Quantística – Crotone, Calábria - Itália.
– Membro fundador, diretor de Cultura Popular e Conselheiro Internacional do Movimento União Cultural – Núcleo de Maringá.
– Foi membro da UBT (União Brasileira de Trovadores) - seção Maringá. Delegado da UBT – seção Arapongas.
– Delegado Nacional da Organização Mundial dos Trovadores, em Arapongas.
– Coordenador do Concurso de Trovas Memorial Luiz Otávio – 1ª e 2ª Edições.
– Diretor de Projetos do Interact Club de Arapongas – 2014/2015.
– Presidente Fundador do Rotaract Club de Arapongas, 2015 – Distrito 4710.

OBRA:
- “Coletânea de Versos Poesias e Poemas da Família Rogério”, 2011.
 
PARTICIPAÇÕES:
– Antologia Encontro Literário "Cidade de Maringá" - 2012/2013,
– Antologia Minha Trova Favorita de 2014,
– Meus Irmãos, Os Trovadores de 2016, 
entre outras antologias tanto nacionais como internacionais.

Cadeira n. 4 – Membro Titular: Carmo Bráz de Oliveira

 Patrono: Ariano Suassuna



Carmo Bráz de Oliveira, nasceu em Ubiratã/PR, no dia 20 de março de 1977. Radicado em Foz do Iguaçu/PR.

Professor há 25 anos, coordenador pedagógico, Pedagogo, Teólogo, com especialização em Gestão Escolar (UDC); Práticas Educacionais em Ciências e Pluralidade (UTFPR); Ensino de História e América Latina (UNILA); Língua Portuguesa e Literatura (UNINTER); Psicopedagogia Clínica e Institucional (UCAM); Administração Pública e Desenvolvimento Regional (UNINTER).

PUBLICAÇÕES:
“Por Amor (Recanto das Letras)”,
“Mosaicos de Gelo (Becalete)” e
“Poesias para se ler na escola (Becalete)”.  

NO PRELO:
Livro Poemas para Jesus (título provisório).

PREMIAÇÕES:
– 1º Lugar (Poeta Local) do Prêmio Cataratas de Contos e Poesias (2019-2020);
– I Troféu Innovatio de Literatura (Poesia);
– Menção Honrosa (7º lugar) no 2º Concurso Literário da Academia de Letras do Oeste do Paraná;
– Classificado no Concurso Nacional de Novos Poetas (2018 e 2019);
– Conexão Brasil 2019;
- Concurso da CLIP; FLIST 2019 (Festa Literária de Santa Tereza – Rio de Janeiro – Revista Phillos dedicada a Chico Buarque); 


PARTICIPAÇÕES:

– Revista LiteraLivre;
– Revista Eco das Palavras;
– Revista Innombrable;
– Escrita Cafeína;
– Revista Traços;
– Revista Netrazol de Literatura;
– Antologias: “Ao Intento do Vento 2” da AMBA;
– Poesia Sem Fronteiras (ALSPV);
– “O Livro Mágico 3” (Editora Becalete);
– Pacote de Poesias do SESC em homenagem a autores paranaenses (2021);
– Prêmio Caneta de Ouro (FEBACLA). 
 
HONRARIAS:
– Medalha Patrono das Letras de das Ciências– Comenda D.Pedro II;
– Comenda do Mérito Histórico Guanabara;
– Diploma de Mérito Cultural e Social.

Link para alguns textos:
www.recantodasletras.com.br/autores/carmobraz

Cadeira n. 6 - Membro Titular - Silmar Bohrer




Nascido em Canela-RS em 20 de junho de 1950, com sete anos foi para em Porto União-SC acompanhando os pais. Mais tarde, já com vinte anos, fixou residência em Caçador, Santa Catarina, onde está até hoje.

Aposentado da Caixa Econômica Federal há quinze anos, segue a missão do seu escrever, incentivando a leitura e a escrita em escolas, como também palestras em locais com envolvimento cultural. Participa há um bom tempo do blog Pavilhão Literário Cultural Singrando Horizontes.

“E a sanha e a sina parecem vir de longe, lá nas primeiras incursões no reino da palavra. Na minha cabeça correm rios de pensares. Surgem deltas. Sínteses de ideias, pensamentos, indagações, eternas reticências... 

Desde os primeiros encontros aprendi a apascentar a escrita. Pensar e pensar, escrever, reescrever, ler e ler, e no caminho colocar todos no seu lugar - pensares, palavras, vírgulas, pontos, pontos e vírgulas, exclamações, para que o texto fique claro, direto, enxuto.

"Na caminhada pelas sendas do escrever, além da necessidade e satisfação pessoal, o que importa é a interação escritor-leitor, um não existe sem o outro.  Por isso, há algum tempo criamos o MAC - MOVIMENTO DE AÇÃO CULTURAL no oeste catarinense, movimentando autores de várias cidades como palestrantes e outras atividades culturais.”

Mais recentemente funda a ACLA-ACADEMIA CAÇADORENSE DE LETRAS E ARTES, de Caçador - SC, empreendendo esforços para alavancar a cultura regional, com o bom debate no saudável campo das ideias e da elevação do saber, além do convívio fraterno entre os acadêmicos. 

Entre as atividades da ACLA, uma vem se destacando pela abrangência e acolhimento das pessoas.  São as Geladeiras Literárias, oferecendo e recebendo livros, incentivando e disseminando a forma mais democrática de buscar conhecimentos - a leitura. 

Entidades a que pertence:
- Academia Caçadorense de Letras e Artes 
- MAC - Movimento de Ação Cultural  
- Confraria dos Escritores de Joinville

Do Escritor: 
O escritor é o riozinho que surge lá no esconderijo da mata - humilde, quietinho, silencioso, sonhando viver. E segue trilhando, buscando espaços, aprendendo os caminhos, apreendendo tudo, buscando ser alguém lá na frente.” 

Da Escrita:     
"Gosto da escrita que serpenteia no papel como o riacho desliza pela campina - com leveza, com fluência, com liberdade. Este, altaneiro, aquela, escorreita. Porque escrever deve ser como tanta coisa na vida, as palavras e as frases deslizando sem deslizes  para que ao final o texto-vida mostre as virtudes que buscam a perfeição."

Livros Editados  

Poesia:  
Vitrais Interiores  (1999)
Gamela de Versos (2004)
Lampejos (2004) 
Mais Lampejos (2011)
Sonetos (2006)
Trovas (2007)

Participação em dezenas de Coletâneas

Cadeira n. 7 – Membro Titular: Aparecido Raimundo de Souza




Aparecido Raimundo de Souza, natural de Andirá/PR, nasceu em 19 de março de 1953. Filho de Roberto Raymundo de Souza e Sebastiana Domingues de Souza, ambos já falecidos. Criado pelo avô João Raymundo de Souza e pela avó Martinha Maciel, passou parte da sua infância no km 29, uma parada da antiga Estrada de Ferro Sorocabana próxima de Osasco, indo residir depois em Osasco e, em seguida, na vizinha Carapicuíba, fez os primeiros estudos no Grupo Escolar daquela cidade. Terminado o primário, partiu em busca de seu sonho. 

Desde tenra idade, Aparecido descobriu a vocação para escrever. Aos doze anos, deu vida ao livro “O menino de Andirá,” onde contava a sua vida desde os primórdios de seu nascimento, o qual nunca chegou a ser publicado.

Continuou escrevendo, mas por algum tempo seus textos não saíram da gaveta. Os originais de seu primeiro livro “O Menino de Andirá,” em face de uma série de mudanças acabou se perdendo. Em Osasco, Aparecido Raimundo de Souza foi responsável, de 1973 a 1981, pela coluna Social no jornal “Municípios em Marcha” (hoje “Diário de Osasco”). Neste jornal, além de sua coluna social, escrevia também crônicas, embora seu foco fosse viver e trazer à público as efervescências apenas em prol da sociedade local. 

Anos depois, saiu do “Municípios em Marcha” e passou a escrever para o Jornal “A Região” (1982 a 1985). Publicou algumas crônicas. Aos vinte anos, ingressou na Faculdade de Direito de Itu, formando-se bacharel em direito. Após este curso, matriculou-se na Faculdade da Fundação Cásper Líbero, diplomando-se em jornalismo. Sua primeira oportunidade surgiu ao ir trabalhar com o jornalista Décio Picinini, jurado do Programa Silvio Santos e Ratinho, sendo também apresentador do programa de “Papo pro ar,” pela Rede Brasil de Televisão. 

Décio Piccinini, na época diretor de redação da “Revista Isto é Gente,” lhe abriu as portas para voos mais altos. Em 1995, passou a escrever para a Revista Talismã Gold em Vitória, no Espírito Santo, ficando até o falecimento de seu editor, o jornalista José Ângelo da Silva Fernandes, fato ocorrido em junho de 2003.  Antes, colaborou como cronista, para o Jornal de “O Pontual” de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro (1974) Jornal de Brotas (2002), Revista Vale do Aço com sede em Ipatinga, Minas Gerais (1995), Gazeta de Assis (2007), A Gazeta do Rio de Janeiro em 2007 A Tribuna de Vitória e Jornal A Gazeta, entre outras de 2008 a 2012.  

Hoje, Aparecido é free lancer da Revista ”QUEM” (da Rede Globo de Televisão), onde se dedica a publicar diariamente fofocas e disse me disse dos famosos.  Escreve crônicas sobre os mais diversos temas as quintas-feiras para o jornal “O Dia, no Rio de Janeiro.” Mantém uma coluna intitulada “Rasgando o Verbo” na Revista Cão que Fuma, com sede em Lisboa, publicando seus textos todas as terças e sextas-feiras.

Reside atualmente em Vila Velha/ES.

PUBLICAÇÕES:
– Quem se abilita” (sem o agá)  (2006) com prefácio do escritor Paulo Coelho;
– O Cristo recrucificado (2006);
– Talvez eu volte para casa na primavera (2007);
– Os rios morrem de sede (2007);
– Tudo que eu gostaria de ter dito (com imagens do artista plástico Wagner Veiga (2007); 
– O três desejos (2007);
– Com os chifres à Flor da cabeça (2007);
– Amor, não é nada disso que você está pensando (2008);
– A outra perna do saci, com prefácio de Zeca Camargo  (2009);
– O vulto da sombra estranha (2009);
– Tudo o que eu gostaria de ter dito (2010);
– Do fundo do meu coração (2010);
– Refúgio para cornos avariados (2011);
– Cinco contra um (2011);
– Havia uma ponte lá na fronteira (2012);
– Como matar sua mulher sem deixar vestígios (2012);
– Parada de sucessos (2012);
– Travessuras de Mindinho e Fura-bolos (2013);
– Como matar sua mulher sem deixar vestígios (2013);
– As mentiras que as mulheres gostam de ouvir (2014);
– Boca de encrenca (2014);
– Se a vida me desse uma segunda chance (2014);
– Babilônia (2015);
– Mulheres em Estado de coma (2015);
– O Silencio estilhaçado (2016);
– Ligações perigosas, com apresentação do escritor Luiz Fernando Veríssimo (2016);
– Pipa voadora (2017);
– Amor de incesto (2018);
– Navegante das palavras (2022) e-book.

NO PRELO:
 – “Coriscando” com prefácio de Manuela Dias, autora de novelas da Rede Globo. Este trabalho será lançado em E-book. 

Possui várias composições gravadas (músicas gospel), além de outras melodias fora do contesto evangélico.

Atualmente Aparecido Raimundo de Souza está preparando o livro “Comédias da vida na privada,” com apresentação do escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo.

Fonte> Carina Bratt, Jornalista e assessora de imprensa

Cadeira n. 08 – Membro Titular: Renato Benvindo Frata



Nasceu em 29 de setembro de 1946, em Bauru/SP, filho de Rodolpho Fratta e Carmem Helena Bandeira Fratta.

Residiu em Bandeirantes/PR, São Bernardo do Campo/SP, tendo se radicado definitivamente e, Paranavaí/PR.

Fez os cursos: primário e o ginasial em Bandeirantes/PR, Contabilidade em Paranavaí/PR e São Bernardo do Campo/SP a título de segundo Grau, História em Mandaguari/PR, Ciências Contábeis em Curitiba/PR e Direito em Paranavaí/PR. Possui cursos de especialização e mestrado.

Além de atuar com contador até 1998, laborou como professor da rede pública na cadeira de História, de 1968 a 1970, atuou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Paranavaí, (hoje Unespar), na área contábil, de 1970 a 2005, e na Unipar Paranavaí, na área de Direito do Trabalho, de 1999 a 2005, quando se aposentou do magistério. Atua ainda, na área de Direito.

É membro fundador da Academia de Letras e Artes de Paranavaí, em 2007, tendo sido seu primeiro presidente com mandato de quatro anos. Em 2011 recebeu o título de Presidente de Honra da Academia e atualmente exerce pela segunda vez a presidência da entidade, com mandato até novembro de 2023.

É membro correspondente da Academia de Letras de Maringá.

Seus trabalhos literários são editados pelo Diário do Noroeste, de Paranavaí e pelos blogs:  Taturana e Cafécomkibe, além de compartilhá-los pela rede social.

Tem participado de concursos literários, com alguns prêmios recebidos.

Livros:
- A Pá de Polenta (conto infanto-juvenil),
– O Sapo Chorão (infantil),
– O Cavalariço e a Rainha Roxa (contos e crônicas) – premiado no Concurso UBT, RJ,
– Reflexão dos Cinquenta (conto),
– Quarto de Solteiro (crônicas),
– O Gato Tiziu (Infantil) em parceria com seu neto Alexandre Luís Frata Selani,
– Coleção Alegria (Infantil – composta de 6 contos),
– A Barata Serafina – Fazendo Amigos (infantil),
– O Passeio de Dona Serafina (infantil),
– Azarinho e o Caga-fogo (contos e crônicas),
– Ipê Amarelo (contos e crônicas),
– 200 Microcontos e mais alguns - (microcontos de até 150 caracteres),
– 308 Nanocontos (Nanos com até 100 caracteres),
– Rosso Saladete, o Intrépido Tomate (infanto-juvenil),
– Fragmentos (102 crônicas e seus excertos).


No prelo, 
o livro infantil “A Barata Serafina e o Besouro Pimpão” e uma centena de contos e crônicas, em revisão.

Honra ao Mérito ao escritor mexicano Washington Daniel Gorosito Pérez

A Confraria Brasileira de Letras outorgou o diploma de Mérito Cultural ao escritor  mexicano Washington Daniel Gorosito Pérez na data de hoj...